quinta-feira, 31 de maio de 2012

É gente assim que eu chamo de "amigo"...

Essas foram mensagens trocadas com uma amiga (racha hetero mesmo!!!) agora a pouco... pela riqueza das imagens, percebe-se que eu sou RYCO e não aderi ao iPhone! #GottaMoney?


E é por isso que é impossível não amar meus amigos... <3

terça-feira, 29 de maio de 2012

Noção

Tava inquieto para escrever um post hoje de um encontro que deu o que falar! Calma, que eu explico...

Depois de um tempo de faculdade, quaaaase na reta final, acaba que rola um meio que nostalgia do começo, quando se tem bestamente recém-completos 18 anos e acha que sabe alguma coisa da vida.

Primeiro... sabe-se porra nenhuma! Ninguém tem um mínimo de noção da vida com 18 anos. E basicamente, hoje, sei lá quando anos depois do início do curso (tipo 5?!) eu ainda tenho quaaaase uma noção da vida.

Bem, desejos eu tenho muitos, mas noção... fucking real noção? Acho que não!

Eu tava conversando com um amigo da faculdade e lembrando como a gente era "incubado" no comço de tudo, aí, obviamente, vieram as lembranças dos outros colegas de turma e de cursos, até então (ou até hoje!) no armário. É engraçado ver como as criancinhas todas de 18 anos tuuuuuuuuuuuudo no armário acabam liberando as frangas depois!

Eu, enquanto níveis muito abaixo de "biscatagem" desse amigo, tive um "rolinho" com um cara da faculdade, que resultou como a pior experiência sexual da minha vida. Enfim, essa é uma das coisas que eu poderia ter passado sem! O meu amigo, entretanto, pegou uns caras que eu: - OI? - e ele ainda conta mais detalhes não tão pequenos deles dois, três, cinco, sei lá... enfim...

A questão não era tirar ninguém do armário, porque 80% do contigente já tá fora, mas ver como é engraçado isso... como a gente vai se descobrindo e sendo feliz assim. Esses todos fora do armário não preocupam-se pelo fato de serem gays, pq isso não faz a menor diferença. Bem, até faz... mas pro lado bom.

A questão aqui não é falar que "uhuh, vamos todos sair do armário!", mas definitivamente é o que deve ser feito e, mais que isso, acontecerá! Pelo menos para quem quiser ser feliz consigo mesmo. Eu não posso dizer que eu sou um modelo de "saimento" de armário, porque eu sai aos 23 anos e mesmo sabendo que em casa seria tranquilo. Mas não é isso também - sair do armário, seja para contar para quem seja, demanda tempo e não dá pra definir esse tempo. Eu sai porque eu tava sufocado, achando que eu não tinha mais lugar para correr e hoje, eu tenho vontade de voltar pro armário - porque as besteiras que minha mãe fala me matam!!! Bem, quero não! Tá ótimo assim! O fato de eu "não gostar da fruta, assim como o cachorro" só faz diferença pro lado bom. Ter que se esconder não é gostoso, uma hora cansa. É tão melhor acordar e olhar pro espelho e dizer: - "Sua bicha vadia! Vai tomar banho! Levanta essa sua bunda gorda e mexa-se, sua ariranha! Ai, você é linda! Se joga!"
PS: sobre a última frase... tem gente que odeia isso, a utilização desses termos e tal. Eu não tiro a razão de não gostar, mas também acho que é uma forma de "identificação" do "grupo". Bem, pelo menos, uso assim quando tô com os amigos! Não faço isso com minha mãe ou com qualquer outra pessoa que não seja minha amiga para tanto. Enfim, para mim é brincadeira. Faço isso comigo e com meus amigos que eu sei que também sabem que é brincadeira. Não é porque eu chamo um amigo de "bonita" ou "recalcada" que ele vai deixar de ser homem. Então gente... menos preconceitos, bem menos!

PS2: quase não dá pra ver que minha vontade de ser pai é imensa, né?! Meu filho precisa de um outro pai tb!!! #AíComplica

Eu quero saber como é...


Lindo vídeo indicado pelo Piá! Valeu, piazin!!!

Eu também quero saber como é acordar e ver que as pessoas amam ao invés de odiar.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Libera!

Vi esse vídeo no Seduzi na Padaria e não aguentei! Choooooooreeei de rir!

Marcha das vadias

Oi aí! Gente, quero agradecer os comments! Eu sempre tento agradecer, né? Pq é realmente gostoso! Não é só "Oh, leram meu blog!". É um "Eba! Tem gente que pensa tipo eu!".

Enfins... valeu João, valeu Vini (ah, eu super fico íntimo numa facilidade...). Rio, gente. Rio só de ver os comentários! É bem legal isso.

Ok, xá eu voltar pro ponto inicial... a marcha das bitches! Uma análise beeeeeeeeeeem superficial, tá? Pq eu não estudei e não sei o fundo disso. Enfim...

Essa marcha é tipo o que eram as paradas gays antes de se tornar carnaval gay fora de época?! Well, é o que me parece...

A questão de mostrar o corpo é muito presente em qualquer tipo de reivindicação desse tipo. De fato, é uma quebra dos paradigmas. A sexualidade tá tão sempre presente em tudo. Só que na marcha ela é uma expressão do feminismo; nas paradas... bem, nas paradas...

Bem, elas perderam tanto o foco! Tá todo mundo cansado de saber isso. Por isso dá preguiçinha de participar de qualquer uma. Além do meu pânico por multidões acima de 500 pessoas! Ter 3 milhões em SP é meio aterrorizante!

Ok, que eu não tenho pânico, de fato! Mas nuuuu... que medo de três milhões de pessoas!

Acho válida essas manifestações! E eu sou um bundão, pq eu queria muito participar delas! (Não tecnicamente das marchas das vadias enquando uma vadia, pq na verdade eu sou tãããão não biscate!), mas em outras! Bem, nem da marcha da maconha, pq sim, eu sou viiiirge e não uso esses trem! Imagina... eu sou tão doido já, imagina se eu usasse essas coisas! O mocinho do Refugiando e o piá, meus amigos, sabem disso, então confiram!

Então, sejamos menos "paradenses" e sejamos mais "vadias", pelo bem da humanidade!!! Você beesha... seja bonita, só não tenha periquita!!! (a não ser que você realmente queira! Aí pode ter!!!)

sábado, 26 de maio de 2012

Ilustrações de um sábado à noite


Odeeeeeeeeeio quando começa essa fase!

Franqueza é tudo!

Tá para existir mulher mais sincera que essa...


#ComédiaTotal

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ah, Darren...

...get gay and come over here!!!

Eu tenho uma raiva dele ser hetero!!! EIKE ÓDIO!!!! huahauahua

#MyNewWallpaper

quinta-feira, 24 de maio de 2012

#Hashtag

Oi gente!

Estou dando uns minutos de folga para meus estudos e dando uma passadinha aqui no meu cantinho especial (esse comentário foi muito sete anos de idade!).

Enfim... tenho duas coisas nada correlacionadas que eu quero falar! Ainda não decidi por qual... mas acho que vou usar a forma cronológica.

Bem, seguindo isso então, ontem foi uma noite na qual eu fui cruelmente acordado do meu lindo sono. O que é algo muito difícil de acontecer, porque eu durmo e JAMAIS acordo por uma coisa, mas ontem eu meio que acordei.

Tava tendo uma discussão aqui em casa. Resumindo: meu amigo está tendo uma fight com o namorado dele, porque eles diziam que tinham personalidades muito diferentes. Na verdade, o que eu ouvi (porque eu era obrigado!) era que o namorado odiava o fato do meu amigo não deixar ele entrar no Facebook dele e ler as mensagens que ele trocava com as pessoas.

Eu achei isso tãããããããããããããããããããão baixo que eu nem sei se eu devo comentar (porém, obviamente, eu vou!).

Eu não entendo como as pessoas começam a achar que uma é propriedade da outra. O fato de "estar" "meu", não quer dizer que aquilo me pertença. E mesmo a minha conclusão não faz sentido! Mas enfim... basicamente é assim: pessoas NÃO são objetos. Você não tem posse de nada. É "seu", mas não quer dizer que você controla isso. Mesmo nas relações entre pais e filhos - diferente do "estar", filho é "ser" para sempre, mas mesmo "controlando", nunca vai se estar "no controle". Meio que deu para entender isso?!

Enfim... é difícil realmente relacionar com alguém, mas não acho que as pessoas devam perder sua indivualidade (me referindo aqui a sua diferença do "eu"/"nós"). É por isso que eu sou solteiro!!! Porque eu tão fácil de entender, que fico difícil! #Oi?

O outro assunto é nada a ver é no campo profissional. Um "colega" de trabalho solta a seguinte pérola em frente aos clientes: "Ninguém é perfeito, menos o Vinícius". Depois do meu fantástico risinho de deboche, eu continuo com a minha cara de "olha a competência em pessoa falando".

Contextualizo: não, eu não sou perfeito, porém acredito ter uma coisa que talvez ele não tenha: o mínimo de competência para fazer o meu trabalho. A questão é que o mundo é assim mesmo: as pessoas que não tem competência não sabem administrar bem o fato de outras ter. E porque não tem? Eu não sei! Talvez pelo fato de ser mais fácil criticar aqueles que têm do que conseguir a sua própria.

Eu não tô tentando passar uma imagem de "o competente". Não é isso MESMO! Mas sim... eu tento fazer o meu trabalho da melhor maneira possível. E uso o amor para fazer isso... porque eu simplesmente AMO fazer o que eu faço! Faço com carinho! Minha perfeição tá tão longe: eu não sou um ser generoso, sou ansioso (e logo, precipitado), sou exagerado... mas também sou franco, não suporto falsidade (e nem ao menos consigo fingir), sou honesto (porque o que é meu é meu e o que é seu é seu!) e (chupe!) faço o que tenho que fazer.

Bem, desculpe pelos desabafos tão nada a ver, mas a moral da história é que as pessoas são muito ignorantes (no sentido original da palavra, ou seja, "ignorar") em relação a elas mesmas. Ninguém olha pro seu próprio defeito e limitações... é isso mesmo? Eu tenho uma preguiiiiiiiça imensa de quem precisa pisar nos outros para se sentir superior ou querer subir na vida. Eu sou lindo, simpático, inteligente, fantástico, demais demais para aguentar gente assim! #BeijoNoOmbro

PS: a última frase é porque eu tenho um péééssimo defeito: auto-estima demais! Não sou obrigado a me achar inferior a nada! Eu simplesmente me amo! Com meus (muitos) defeitos e minhas (nem tantas) qualidades, mas compondo o que eu sou.

PS 2: como assim acabou a temporada Glee??? Darren fica??? #Chorando #Chateado #Gay

quinta-feira, 17 de maio de 2012

17/05 - Dia Internacional de luta contra a homofobia


terça-feira, 15 de maio de 2012

Homecoming

O vídeo:


Minha reação:

domingo, 13 de maio de 2012

Marley* e eu

Hi guys! Como amanhã é dia das mães, é valido eu fazer uma mini homenagem aqui para a pessoa mais importante e amada da minha vida: minha mãe, claro! Nada mais que um dialogo para mostrar nosso amor: 

- O cachorro daqui de casa é igual você. 
- Como assim, mãe? 
- É bicha. Não gosta da fruta. 

 E assim a gente segue! É muito amor pra uma casa só. Ser trollado pela própria mãe realmente não tem preço. Bom domingo cazmãe dazamiga tudo gente!!! Ps: meu cachorro não se chama Marley. O uso fictício desse nome é para preservação da integridade física, psicológica e armarista do mesmo. (Ok... Isso foi podre! Sorry!)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Poderia acontecer com você...

Oi pessoal... Vi esse vídeo agora e é triste. 

Independente se for real ou nao (na internet, nunca dá para saber), isso é coisa que provevalmente isso acontece sim. 

Enfim, aqui tá o vídeo...
 Infelizmente nao é toda família que recebe bem o fato de um filho ou filha ser gay. Talvez por estar dentro do assunto, eu nao vejo nada de anormal nisso. Como eu já disse e volto a repetir: caráter nao é definido pela condição sexual, pelas crenças ou pelas ideologias. Caráter é algo muito difícil de explicar, mas que todo mundo sabe o significado. 

Tenho muito que agradecer até a vergonha que passo casa, do nível: vendo alguma besteira na tv, eu vejo alguém falando uma coisa muito uó, aí vai Vinícius e solta uma clássica gay expression: Aí meu coo! Minha mãe: O que foi? Tá doendo? Tem dado muito? #PokerfaceForeverAfter. Será que tem que explicar pra ela que isso nao é uma expressão legal de ouvir da sua mãe?! #s2Mummy Noite, people! =)

Como é mesmo o ditado do cavalo?!

Gente... muuuuuuuuuito obrigado pelos comments! Isso com certeza traz muita coisa boa! Pode comentar, gente! Mas papo sério... brigadão msm! É sempre bom ver algumas palavras boas na caixa de entrada.

Contrariando meu amigo do Refugiando, que acha que eu esqueci dele (mas ele sabe que a vida tá muuuuuuuuuito apertada por agora!), eu não penso que eu tenho que escrever aqui por obrigação. É quase terapeutico. Bem, é quase que é mesmo! É bom, é gostoso! Novamente, meu exemplo sempre maior, piazinho, sabe do que eu tô falando. Ouvir (= ler) que ele tem se tornado alguém mais positivo por "andar" comigo ou por ter alguém a 1000 km de distância com quem você pode contar, é uma coisa. Meu amigasso Dan tá a, sei lá, o triplo disso e é alguém que eu posso contar.

O bom da internet acaba que é isso... você conhece pessoas que você não encontra perto de você. Alguém a três mil kilômetros de distância te entende melhor do que aquele que divide o apartamento com você (óbviamente, experiência própria!).

O que eu quero dizer que é sempre bom ter por perto (mesmo que esse "perto" seja digitalmente falando) pessoas que são capazes de trazer coisas boas. Como vocês que falam que lêem esse blog (é sério isso?!) estão cansados de saber, eu tenho uma preguiiiiiiiiiça de coisa ruim! Preguiça de gente que não acrescenta em nada. Acho tudo isso tão porre. Descaradamente eu evito esse tipo de pessoa. E, em um lado não tão bom de minha personalidade, eu acho que quem tem problemas de baixo-estima, de inveja, de depressão deve procurar ajuda. Psicólogos, psiquiatras e psicanalistas existem para isso!

Mudando do alho pro cavalo (é sério que o ditado é isso?!), eu queria pedir desculpas pro Leandro Zagui (vocês sabem quem é, né?!). Ele tem o vlog O Menino Velho e aborda vários temas, incluindo homossexualidade. E, sim, ele é gay (e gatíssimo! Olha os olhos desse menino!!!).

O que acontece é que ele fez uma twitcam uns dias atrás e eu fiquei pentelhando ele sobre a declaração que ele deu, que ele não casaria com um onívoro. Ele tentou me explicar que era uma questão de ideologia e ele "não queria um cemitério na cozinha". Eu fiquei sem entender o porquê disso e classifiquei isso como "preconceituoso".

Enfim... sinceramente e humildemente eu peço desculpas por uma concepção muito errada que tive. Obviamente, eu refleti sobre a questão e, claro, eu estava errado. Não que não seja direito dele de não querer casar com alguém que come carne, mas eu não havia pensado muito antes de julgar, coisa que eu, de fato, faço muito.

Aí, então, vai eu e penso... sempre tento me colocar nas situações, pq sempre dói mais aqui do que lá. Aí eu pensei... pensei... e vi que eu também não quero um monte de coisa em uma pessoa que eu quero junto para minha vida toda. Bem, não que eu quero o cara mais perfeito do universo! Para mim, ele nem precisa ser rico (quase obrigatório hoje em dia!)! Eu quero alguém bacana, que me faça feliz. É isso! Nem precisa de muito!

Voltando ao assunto... pensei mais... e aí vi que da mesma forma que seria difícil para ele conviver com um onívoro dentro de casa (o que poderia causa muitas discussões, incluindo na educação do futuro filho dele, como ele falou), seria igualmente difícil para mim ter alguém que seja um religioso fervoroso. Penso que se pessoa quisesse colocar um cruxifixo ou uma biblia em um lugar em nossa casa, eu não iria querer. Ele poderia dizer que eu não respeito a fé dele e eu poderia dizer que ele não respeita minha não fé.

Ele  gostaria de colocar um retrato de Jesus na parede e eu poderia, sei lá, querer montar um templo para os deuses egípsios. Eu acho que seria um tanto quando delicado conviver em um ambiente assim.

Não que eu ache impossível o amor entre um onívoro e um vegetariano (que, obviamente, existem e dão certo porque conheço alguns) e entre um religioso e um ateu (que, na verdade, não conheço, porque não conheço mais que, talvez, dois ateus), mas sempre pode haver conflitos.

Mas também não sei... conflitos a gente tem todo dia! O jeito é amenizar, cancelar, conviver... viver, para a falar a verdade! E não vem me usar "sobreviver", pq isso para mim é para quem tava mais pra lá do que pra cá e voltou. Vão viver, pq né... é tão bom ser feliz que dá tanta preguiça em ser qualquer outra coisa! =)

PS: As fotos de hoje não fazem muito sentido. Ou seja, coisa já comum desse blog(ueiro).

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Valeu pelo sorriso

É... às vezes a vida fica tão confusa e desconexa, tanto quanto o post de ontem! Mas é isso... coisas acontecem. E elas, de qualquer forma, são para alguma coisa. Acho que nada acontece por acaso. Tudo tem uma razão. Coisas ruins, principalemente, são incrivelmente sempre não explicáveis. Ninguém acha que elas devem acontecer, mas elas acontecem.

Fazendo as vezes de beesha exotérica, este ano já não me começou bem. Desde o começo eu sabia que não seria um ano muito agradável para sagitário, sobretudo no amor que, na verdade, não tem sido nem de longe um dos maiores problemas. É ridículo acreditar nisto, eu sei! Mas também a vida neste ano não tem me mostrado o contrário.

Eu tô enrolando isso tudo para falar que às vezes tá difícil até sorrir. Aquele sorriso sincero, de felicidade, tem sumido. Não tem aparecido muito. Isso não significa que eu fico reclamando ou não-feliz; como já falei várias vezes aqui, eu não tenho o talento da depressão, da infelicidade. Não me sinto bem em ter isso. Tá... aí parece ridículo que alguma pessoa goste de infelicidade, mas, para mim, tem sim! Tem gente que gosta. Tem gente que busca e consegue para sempre. São estes os verdadeiros miseráveis do mundo.

Mas hoje teve uma coisa tão simples que me fez sorrir: um comentário do João o último post. Primeiro porque eu não sei se alguém além de mim, do piá Artur e, agora, do João, lê esse blog. Como sempre disse, não é minha intenção fazer que milhares de pessoas acessem o blog. Eu não me acho um "artista popular". Eu sou um "Jay Vaquer", aquele que poucos sabem que existe, mas aqueles que sabem, ele mesmo curte. Eu falo isso por conta do piá, que se tornou um amigão em pouco tempo. Ele me traz a felicidade de ter mais um amigo que procura algo de bom nessa vida e eu espero poder passar algo bom para ele também, claro. E ele diz que eu passo, então isso é coisa boa.

Aliás, foi ele que me disse sobre o comentário hoje, no meio da minha pequena jornada especial hoje de 13 horas de trabalho. Eu fiquei feliz porque sinti carinho, senti, como se um pouquinho, a gente "falasse a mesma língua". Me cansa não ter pessoas que não chegam a compreender ou que não me ouvem. Para mim, no "meio gay", é muito fácil achar "mais do mesmo". As pessoas não parecem se importar muito com coisas além da estética, do financeiro, das aparências...

Infelizmente conheço poucas pessoas além disso. Eu já disse: a minha visão romântica da vida e de um futuro acabam me frustrando muito, em curto prazo. Parece que nunca haverá alguém legal para conversar sobre uma vida bacana. E, quando eu digo conversar, às vezes é conversar mesmo! É ter alguém que compartilha da mesma visão de mundo. Ir para a balada é legal agora, mas provavelmente não será tão legal assim daqui uns anos, quando, talvez, prefira-se ficar em casa, com a companhia do marido, do filho, dos amigos...

Êêêê eu que acho que sou a Cinderela e vai aparecer alguém que encontrou meu sapatinho de cristal no meio da rua e se apaixou por ele! Mas eu sou gay mesmo! Muito! Ou então só um romântico do século XIX às avessas... beeeeeeem às avessas!

PS: João, obrigado pelo o sorriso sincero e dos olhos brilhantes de hoje! (putz... q coisa gay!)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Drama Queen


Pode rolar um pouquinho de drama queen, mas não sendo tão drama queen assim?!

Eu fico triste de não escrever muito aqui, mas às vezes falta força, animação, sei lá. Sinceramente, quando se estar triste é muito mais fácil. Não sei porquê. Talvez alegria é bom demais para poder ser gasta com palavras. É melhor sinti-la.

Bem, então estou triste. E não é por causa do meu forever alonismo de sempre que parece que durará forever ever. É por outras coisas na vida. Acho que descobri que problemas são para sempre: a gente nunca vai deixar de tê-los. Nem se quer por um dia a gente vai deixar de tê-los.


De vez em quando a vida fica assim... alguns poucos aspectos vão bem, tipo a saúde e o amoroso. O amoroso vai bem porque não tem nada! E a saúde é porque a gente acha q tá, então é melhor nem olhar... (aff!!!)

Mas aí... sempre aparece uma coisa pra tudo ficar um pouco mais colorido. Achei esse blog aqui: www.canudoscoloridos.com. Não deu para fuçar muito, mas é bem bacana. E acabou que eu achei esse post aqui, com as fotos que estão aqui neste post.

Enfim, este é mais um post nada a ver! Não faz sentido, não tem lógica. Uma escrita tão sem noção quanto a minha vida atualmente, mas eu sinto falta de escrever. Sinto falta de receber um comentário, nem que seja para falar que isso não faz sentido e é uma bosta. É melhor do que nada, né?! Mas de qualquer forma, é bom poder por sentimentos confusos em local onde talvez ninguém vai julgar (porque ninguém tb vai entender!).