sábado, 29 de dezembro de 2012

Então, até 2013!

Oi aí! Como foram de festas de final de ano? Ai que clichê!

Não foi fazer balanço de final de ano, porque né... acho que todos já me viram reclamar o ano todo! Esse ano foi estranho mesmo: já não foi desejado desde o começo. Pra mim isso é estranho, visto que é bom viver e deveria ser bom curtir todos os dias, mas infelizmente não foi. Foi um ano um pouco pesado.

O lado que com certeza foi o melhor do ano foi por conta das amizades. Estou mega feliz com meus amigos e sempre tem espaço para pessoas que acrescentem, que gostam de compartilhar! E este ano foi bom para isso.

Quem EU disse que não ia fazer balanço final? Então já parei! PRETENDO fortemente que 2013 seja mais "viver" do que "reclamar". Então farei esforços mesmo! E, como me livrei de qualquer expectativa para o ano que vem, o que acontecer de bom será ótimo!

Estou passando para desejar para todos também um 2013 mais ameno, mais tranquilo, feliz. Espero que todos aqueles que merecem que consigam muitas coisas boas!

Meu presente de final de ano para todos é um curta que eu vi hoje e que, para variar, babei e arco íris saíram da minha boca. Não é tão novo assim, então pode ser que vocês já tenham visto, mas como é lindo demais (e brasileiro!), eu posto!



Que 2013 venha! E sem expectativas... traga muita coisa booooa pra gente!!!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O papa é muito pop(dre)!

A notícia:


Papa condena casamento gay em discurso de Natal



Minha reação:

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Eu vou respeitar as igrejas no dia que elas respeitarem os seres humanos. Enquanto isso, eu fico loooooooooooooooooooooooooooooooonge de qualquer uma, principalmente a Católica, porque eu tenho medo do velho nazista querer  o meu corpo nu. 

Papa, dois problemas: 1. você não vai jamais me usar. 2. eu sou maior de 18!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

É tempo

É tempo do mundo acabar! #SóQueNão

Hoje e amanhã são aqueles dias que vão pipocar pela internet a questão do fim do mundo. Eu, obviamente, não estou muito preocupado com isso, visto que o mundo não vai acabar mesmo! Já que, no mínimo, quem deve estar tomando conta do evento no Brasil deve ser a Time 4 Fun e com certeza o evento será adiado e a taxa de conveniência estará mais cara no futuro. Coisas da T4F.

Mas vamos lá...




O mundo não tá podendo acabar por 10 motivos:

1. Eu tenho contas para pagar mês que vem e não quero que meu nome vá para o SPC/Serasa;

2. Não vi ainda o dia que as pessoas pararão de se importar com pessoas de mesmo gênero que se beijam e se importarão mais com seus próprios caráteres;

3. A bancada evangélica ainda vai parar de preocupar com os não-heterossexuais e vai começar a preocupar com a educação, saúde e segurança pública;

4. Divindades (por meio de "pessoas elevadas") vão parar de mandar as pessoas se matarem em nome delas próprias ou vão parar de mandar as pessoas comprarem botas de python;


5. Pessoas precisam entender que condição sexual não é escolha nem doença. Precisam entender também que preconceito não é doença, mas traz malefícios para o cérebro, para o coração e para a alma;

6. O Nil ainda não soltou os novos quadrinhos no Querido Armário;

7. A Carly Rose Sonenclar ainda não ganhou o X Factor (hoje a noite!!! *-*)

8. A Britney ainda não cantou sem playback;

9. Tem muita gente encontrando o blog no Google procurando por "orgulho de ser hetero". E se você entrou aqui e está procurando aquela página do Facebook machista e homofóbica, eu ainda não vi você terminar o ensino fundamental nem aprender a ter respeito pelas pessoas;

10. A vida é muito curta e fazer lista de 10 itens é muito chato e eu parei aqui!

Feliz não fim do mundo para todos! Como que acaba esse mundo em 2012 se é em 2013 que o É O Tchan volta e se tem muito "Imagina isso na Copa!" pra gente falar!


EU NÃO ESTOU PREOCUPADO COM O FIM DO MUNDO EM 2012... 
EU TENHO MEDO QUE ELE CONTINUE SEM MUDAR NADA!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Luz do dia

Gente, senta porque hoje vem drama!

Quem acompanha aqui sabe que esse ano não tem sido o melhor do mundo para mim. Tive algumas realizações na verdade (como a graduação, por exemplo), mas muita coisa também não deu certo, principalmente no campo profissional.

A vida amorosa não andou! Isso é fato! Mas parecendo discurso de mal amado, esse ano não era pra ter sido bom nessa área mesma. Percebi que eu não estou preparado pro amor. Não me sinto uma pessoa suficientemente boa para poder fazer companhia a alguém. Eu sinto que, no momento, por conta de outras partes da vida (leia-se profissional), eu não me sinto capaz de me doar a alguém como eu gostaria que alguém fizesse por mim.

Mas eu vim lamentar o profissional, certo? Então lamento essa maldita crise que está aí! Lamento a imensa falta de interesse, respeito, compreensão e sei lá mais o que desse país com os profissionais que não da área de exatas (ou qualquer coisa que não seja diretamente relacionadas a produção). Infelizmente o Brasil é um país que esquece que não se vive só de produzir coisas. Esquece que tem todo um "tratamento" humano atrás de tudo. Mas isso não vale nada, já que não "produz" nada.

Desculpe o desabafo e trazer uma áurea meio pesada, mas é pelo o contrário: eu quero ter certeza que isso é passageiro e ver que daqui um tempo eu vou lembrar desse dia (que talvez seja o pior do ano) e vou lembrar de como era ruim e vou ver que tudo vai ter passado e que eu estarei feliz por ter passado por mais uma tempestade sem nenhum arranhão. É nas crises que damos mais valor para os bons momentos! Eu acho!

Mas tem uma coisa boa hoje também! O clip abaixo! Eu estava esperando muito sair isso. Acompanhei a ideia de fazerem isso e amei o resultado. Amo Maroon 5 e amo como eles são contra os preconceitos! E como o Adam é demais! (Todos concordam, claro! Adam é unanimidade!). E o irmão dele também Michael Levine (que é gay) é muito lindo! *-* Espero que gostem:

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Leve-me pra sair

Oi gente!

Passandonpra deixar esse pequeno documentário aqui. É tao leve, tao gostoso, que eu já vi duas vezes hoje!

Essas crianças são tao fortes, tao corajoso só por um motivo: por viverem suas vidas! Essa geração Z tá vindo com tudo!

Sem enrolação... Aqui está:
 

sábado, 1 de dezembro de 2012

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Gente, deixa eu chorar um pouquinho aqui?

Na verdade, não são lágrimas propriamente ditas. Ou são, talvez! Mas está mais para uma desorientação, uma falta de noção.

Preferi copiar toda a tirinha do Ñ Intendo para vocês entenderem melhor:



Estou ansioso para ver o que vem pela frente. Estou curioso. Estou com pressa e com medo. Estou sem tempo de pensar no passado e poder pensar naquilo que sinto falta e que não sei se um dia terei mais. Tenho saudade daquilo que eu tenho certeza que não voltará, mas eu mais preocupado em ver o que tem pela frente.

Desculpa o pequeno desabafo! Sou só alguém que a ansiedade faz arder.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

VEJA, indispensável para o que você quer ser.

O título do post é o slogan usado em 2011 pela revista de maior circulação no país. Será que você quer ser o que a VEJA quer que você seja?

Se você vive nesse país, não assina a linda revista supracitada e utiliza das redes sociais, você sabe o que aconteceu esta semana. A (sic) linda, maravilhosa, totalmente imparcial, digna de confiança e credibilidade (/sic) revista VEJA publicou um artigo (sic) maravilhoso (\sic) esta semana sobre homossexuais. Caso você ainda não esteja por dentro do que se trata, pare de ler agora e veja aqui primeiro a VEJA, depois volte!

Enfim... você que já sabe (ou que agora sabe), soube das ridículas comparações e argumentos imensamente ridículos do jornalista prestador de desserviços no Brasil, o sr. J.R. Guzzo. Não vou estender e detalhar a imbecilidade de tal cidadão: isso ele fez sozinho!

O fato é que eu não consegui compreender como uma revista que, embora reconhecidamente ridícula e parcial, prosseguiu com uma publicação tão absurda, sem argumentos que sustentem seus pontos de vista e, inclusive, utilizando vários argumentos incorretos.

Embora, para mim, não passa de uma trágica tentativa de promoção da revista (visto que, se você pensa, não precisa lê-la!), o texto irresponsável do jornalista está conseguindo fazer um barulho nas redes sociais. No Facebook, as pessoas estão utilizando de alusão à cabra e ao espinafre para criticar os posts da revista.

Muitos vão pensar, claro, que o "ativismo de sofá" não adianta, mas a questão não é só se apresentar em rede social sobre um ponto de vista pessoal: é expor para os outros. Talvez, sem o comodista "ativismo de sofá", o também imbecil jornalista Walter Navarro talvez não tivesse sido afastado do jornal O Tempo devido a sua matéria "Guarani Kaiowá é o c... meu nome agora é Enéas", na qual ofende as pessoas que se mobilizaram pela causa dos índios e, ainda pior, incentivou o suicídio dos índios para acabar com todo o problema. Novamente, não vou entrar nesse caso. Imbecilidade não precisa nem muito discutir.

O jornalista da VEJA ressaltou bastante o fato de haver 50 mil assassinatos no Brasil por ano, sendo que seriam somente 300 de homossexuais. O que ele não é inteligente o suficiente para compreender é que, dentro os 50 mil, com certeza, há um número exorbitante maior que os 300 homossexuais que organizações como o Grupo Gay da Bahia estimam. A questão é que são 300 SERES HUMANOS assassinados por ano no Brasil por crime de ódio! São 300 vidas perdidas pelo fato de serem quem são; pelo fato de gostarem de pessoas do mesmo gênero; pelo fato de serem homossexuais! Será que é difícil entender a diferença de "crimes comuns" (assalto, sequestro, latrocínio, assassinato, etc) para crimes de ódio, contra gênero, cor da pele (não usarei "raça"!), religiosidade e condição sexual?

Não estou dizendo que há crime bom! Por favor, entendam: a questão é que em um latrocínio, possivelmente o ladrão não está preocupado em saber se o carro é de um judeu ou um bissexual. Nos crimes de ódio, sim! As pessoas matam por conta disso! Mais uma vez, qualquer tipo de crime é abominável e amoral! Não entendam errado! O blog "Quem a homofobia matou hoje?" reporta vários crimes contra LGBTT's. O BLOG CONTÉM MATERIAL FORTE. TENHA CONSCIÊNCIA DISSO ANTES DE ACESSÁ-LO.

Felizmente, alguns excelentes textos estão sendo divulgados pela rede e vão contra o posicionamento do jornalista. Alguns textos são "Veja que lixo", do deputado federal Jean Wyllys, e "Não é só homofobia: 10 erros do texto 'Parada gay, cabra e espinafre' publicado na Veja" da Manu Barem, "A falácia da falsa discriminação" do Carlos Orsi e a "Nota Pública de repúdio ao artigo 'Parada gay, cabras e espinafres'" do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - CNCD-LGBT da Secretaria dos Direitos Humanos do Governo Federal.

Portanto, só nos resta sermos críticos e lutar não para os nossos direitos, mas pela igualdade. E, claro, termos discernimento para que a VEJA continue a ser totalmente dispensável para o que nós queremos ser (ou somos).

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Pequena imagem, grande imbecilidade

Deixo aqui o print da página "#Orgulho de Ser Hetero". Vou me abster de comentar, porque vale aquele ditado: uma imagem vale mais do que mil palavras.


Heteros... por favor, se apresentem! Eu todo dia saio com uma vontade imensa de espancar vocês, mas não encontro!!! Eu não sei porque eu vou bater em vocês, mas não é certo ser hetero! Vocês não sabem diferenciar cores (fúcsia não é rosa!) e não gostam de Katy Perry! Vocês não merecem viver!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Séries


Oi galera! Eba! Voltaram os comentários! Que bom que vocês me amam! Tô quase fazendo a Dilma Bolada! #ÊtaBlogayroHumilde. Enfim... o meu xará falou para eu falar mais de Glee, então eu resolvi falar das séries que eu vejo. Como eu já indiquei uns vídeos, filmes e algumas músicas, rola também falar um pouco das séries. Quem tiver boas indicações, fala aí!

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GLEE

Glee já é bem famosa e dispensa apresentações. Está na quarta temporada, sendo que sofreu algumas mudanças em relação as temporadas anteriores: as estórias agora não acontecem só na escola de Lima, Ohio.

Porque é legal: além do clima divertido da série, cheio de conflitos adolescentes (PFVR SDDS!), a série tem entre os principais um (quase ex-) casal gay. E tem o Darren Criss!!! E tem o novo (quase) namorado da Rachel! (3x suspiros).

Momento legal: Episódio 04x02 quando Rachel canta Oops! ... I Did It Again (minha música preferida!).

Agora outros! Eu sou meio retardado (no sentido de atrasado mesmo! Ou não!) para conhecer as novas séries que surgem nas TVs pelo mundo (leia-se EUA).

Das que tem mais de uma temporada...

QUEER AS FOLK

Que gay que não conhece QAF??? Bem, essa série é sobre o cotidiano de quatro gays e um casal de lésbicas. Tem de tudo na série! E não deixa ser verdade no “meio gay”. Então, vale muito a pena ver. É uma série que começou em 2000 e terminou em 2005. Estou na terceira temporada e já chorando que em mais duas a série vai acabar. Vou morrer de saudades de Michael, Brian e da galera toda!

Porque é legal: porque conta com estereótipos (verdadeiros!), com o cotidiano e com o lado mais romântico.

Momento legal: a partir de um momento da segunda temporada, aparece na série um personagem soro positivo. O assunto, que ainda é muito polêmico, é tratado com naturalidade.

REVENGE

Amo/sou Emily Thorne, a personagem principal. Num pequena sinopse da série, Emily busca vingar as maldades que fizeram com seu pai, que morreu.

Porque é legal: porque Emily é esperta, charmosa e cativante!

Momento legal: No 01x15, na festa de noivado de Emily, acontece um assassinato. Sem mais info!

THE NEW NORMAL


Essa é uma série nova que começou a passar na NBC americana em Setembro. A série, já rapidamente falada no post anterior, é sobre um casal que decide ter um filho. O complicador: é um casal de homens. Então aí eles encontram uma moça para ser a mãe e começa a bagunça.
Porque é legal: a série mostra de uma forma muito sublime o desejo dos pais em ter um filho.

Momento legal: a avó da Goldie, a mãe de aluguel, é o quem dá o charme e o tom de comédia em todos os episódios da série.

HAPPY ENDINGS

A série não é mais tão nova assim, mas vale demais começar desde o primeiro episódio! É bem formato de Friends, porém com personagens bem diferentes.

Porque é legal: dá uma saudade de Friends! E assim mesmo é bem diferente! Não me causou comparações, entretanto!

Momento legal: no episódio 01x04, Max, um "straight dude that likes dudes", sai do armário para os pais.

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Bem, são essas! Acho que já rola bastante horas de diversão então! Anotação mental que tem que sobrar tempo para viver fora do PC! Prometemos todos fazer isso!!!

domingo, 7 de outubro de 2012

Eu, só, eu

Posso começar fazendo drama? Ninguém mais aparece nesse blog, não?! Eu, heim! Ninguém me ama!!!

Eeeeeeeeeeeeeeeenfim... por falar em ninguém me ama... semana passada um amigo e uma amiga vieram, em momentos separados, com o mesmo papo: de porquê eu SOU estou sozinho!

Bem, a questão é que às vezes as pessoas ficam encalhadas! Bem, esse é um ponto! O outro ponto é que eu cansei de fazer o adolescente ou sei lá como descrever. Acho muuuuuuito chato esse negócio de "ir à caça", seja na balada, ou na net... pros mais moderninhos no Grindr e pros mais vintages no Uol.

90% das pessoas que estão nesses lugares estão em busca de sexo. (ironia) É tão mega interessante ver aqueles perfis "100% ativo", "Discreto", "fora do meio", "não curto afeminados", "pass" "brother macho" etc etc etc...(/ironia)

O que acontece nesse mundo, heim? As pessoas não sabem conversar mais? O que e tudo que importa é um corpo? Tipo açougue? Você vai lá e come!

Voltando ao o eu sozinho... não existe uma resposta certa para isso! Talvez eu não seja interessante em várias formas para algumas pessoas. Querendo ou não, várias pessoas também não são para mim, então pode ser por isso. Mas também é porque parece que é ainda mais difícil quando o seu "espírito" está fechado. Eu não quero nada com alguém por um dia ou só para ficar e tal. Cansei, já deu.

Tá todo mundo de saber (quem lê o blog!) que eu sou um mocinho para casar. Não sei com quem, não sei quando! Mas há esperanças, né? Tem que ter! Na vida a gente tem que ter esperança sempre, pq senão o que seria também?! Mas enquanto meu "o alguém" especial não aparece, eu fico aqui... vendo umas séries, lendo uns livros, ouvindo Demi Lovato (putz... comecei a ouvir por causa do XFactor e já tô quase cortando os pulsos! Brincadeira!!!).

PS número 1: Como TEM que ter esperança na vida, essa dupla aqui ajuda bem! A Maíra e a Paula estão juntas a 11 anos e "casadas" a 6 anos!!! É pra qualquer um babar e torcer para encontrar alguém que complete sua vida assim! Muitas e muitas felicidades para as duas!!!

PS número 2:  Uma nova séria americana água com açúcar tem me feito babar igual criança! É a The New Normal. A história de um casal de gays que querem ter um filho! *---* #SemMais Picture aqui em cima!

PS número 3: Gente, me amem!!! Me xinguem no Twitter (não, xinga aqui mesmo!), mas me falem alguma coisa! (Pode xingar a mãe, mas só não vale falar mal da Britney, porque ela canta ao vivo sim!)

PS número 4: A primeira foto é do lindo tesão bonito gostosão ator sul-africano Dean Geyer que está em Glee como Brody Weston. Alguém anima de passar uma temporada na África fazendo um safári pelas savana? (suspiro)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Eu, o odiado?

Tô querendo falar de um assunto ainda polêmico (#mamilos!) embora eu já tenha falado sobre isso aqui: religiões. (Por favor, se você já sabe que ficará muito chateado(a) em ler isso, não leia!)

PFVR, entendam: não se trata de uma obsessão ou rancor, raiva, ou sei lá o que seja, mas quando uma coisa externa afeta sua vida por conta do jeito que você é, obviamente causa impacto na sua vida. 

Então quanto ao desrespeito a crença, a descrença ou a não crença de uma pessoa é a mesma coisa de homofobia: você está indo contra a algo pessoal. Obviamente, não entrarei no mérito aqui das possibilidades: crença é mutável; condição afetiva, nops!

A questão de entrar nesse assunto é que esse ano eu tenho avaliado a minha fé (ou não fé) em divindades e vejo que basicamente eu fui obrigado a "engolir" algo. Basicamente como se faz com a famigerada "heteronormalidade". Desde a infância ninguém te prepara para ser gay, da mesma forma que não te preparam para você ter autonomia de escolher o que quer com relação à fé: você somente absorve aquilo que lhe é passado.

Portanto, descobrir-se sem fé é absolutamente como descobrir-se gay. Você até sabe que tem algo diferente em você, que "todo mundo" tem e você não (ou vice-versa). E sim, é preciso igualmente a sair do armário. As pessoas são chocadas: um gay é um ser promíscuo, sem pudor e um ateu é aquele que não tem valores, que pensando que é mais importante que deus ele faz o que quer da vida sem saber que deus o julgará e o enviará por inferno por não acreditar no ser supremo do universo?

Sério. Por favor, me diga que não é assim que as coisas acontecem?

Você se assume gay e as pessoas dizem que você não sabe o que está falando. Assim quando você fala que não acredita no Jeová. (sim, vou utilizar o nome "Jeová" porque é o nome pelo qual é conhecido o deus do cristianismo, assim como Allah está para o islamismo, ou Shiva, Ganesha, Brahma e outros diversos deuses indianos).

Você fala que é gay e as pessoas falam que deus vai te julgar por isso. Assim como se mostrar sem fé.

O que me parece é que as pessoas não sabem se defender dos seus medos: precisam se apoiar em algo "maior" para sobreviverem. Mais uma vez, por favor, não me julgue errado: isso é um ponto de vista. Eu não estou julgando a fé dos outros, estou buscando o respeito a minha não crença. 

Para contextualizar o porquê desse post é que foi solicitado para mim, no meu trabalho, de uma forma extremamente embaraçosa, uma doação para uma igreja evangélica para uma ação de caridade, para ajudar a viciados em drogas, mendigos e outras pessoas que precisam de assistência. O meu primeiro pensamento, obviamente, é que essas instituições já obtêm dinheiro demais, mas a questão prosseguiu: o dinheiro seria para ajudar aos que necessitam se inscreverem no programa de assistência da igreja. Numa tradução clara: a pessoa que precisa de ajuda deveria pagar para a igreja uma quantia para se inscrever. Aí, para mim, o mundo veio ao chão. Foi a primeira (e espero que última) vez que eu vi que a pessoa que precisa de ajuda precisa pagar para caridade. A pessoa não está contratando um psicólogo para ajudá-la com seus problemas: a igreja, tecnicamente, ofereceu ajuda só que cobrando.

Eu já disse: eu não acredito e não concordo com religiões. Uma coisa é fé: aquilo que você acredita. Outra coisa é religião, que te faz seguir as regras daquilo que ela criou e toma como certas.

Felizmente, tudo muda! Todos aí estão aparecendo mais (tanto gays como ateus, agnósticos e sem religião). Estão sem medo, sem vergonha de sermos quem somos. Se a sociedade julga como errado, o problema é dela: ela vai ter que se adaptar e mudar seu pensamento. Um dia, assim espero, verei uma sociedade que não precisará enfiar na cabeça de ninguém que ser heterossexual e/ou cristão que é o certo: o certo será ser você, com princípios, com valores, com caráter. E isso é definido naturalmente: é fazer pelo o outro aquilo que você quer que façam por você e não fazer aquilo que você não quer que façam com você. O livro mais indicado para ajudar nisso, com certeza, se chama Constituição Federal (embora, óbvio, ainda existam coisas muito erradas lá, mas, pelo menos, ela evolui e capaz de trazer mais coisa boa para todos!).

Retomo tudo isso porque eu acho um absurdo quando alguém fica chocado pelo fato de eu ser ateu e isso quase sempre é ainda maior que o fato de eu ser gay. Felizmente, eu acho que não tem que se chocar com nenhum dos dois, mas olha eu aí, todo preocupado em ser feliz do que ser o odiado (gay + ateu = eu). Mas, JAMAIS tô me fazendo de coitadinho (nunca precisei!). Se não gosta de mim? PFVR deita na BR!!! E eu lindo vou passar ao lado!!!

PS1: só pra acabar, fica a dica: quem não sabe argumentar, conversar parte para a guerra e muitos saem feridos. Aprender a tolerar as diferenças e aceitá-las é o primeiro passo de uma conversa entre qualquer tribo diversa. Não julgue os chineses por comerem carne de cachorro, se você come de vacas, que são sagradas na Índia. E quem não devolve o troco que veio a mais, você não tem muita moral para criticar o político corrupto e muito menos perguntar porque a corrupção no país é assim...

PS2: Se você pensar "então pq vc discute sobre algo que não acredita?" a resposta já foi dada: é porque afeta a minha vida e de muitos outros! O fato de eu não acreditar em ET's não faz ninguém olhar torto pra mim e me julgar como mau caráter!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Orgulho hetero?!


Quero que, por favor, vejam isso... não precisam nem ler tudo. Por favor, acompanhe os trechos em negrito:



Acho interessante a galera saber um pouco mais sobre a origem da página e também conhecer algumas ideias e opiniões do ADM.
Por isso estou divulgando em primeira mão uma pequena entrevista que eu optei ser feita via e-mail.

1. Faça um breve histórico da página. Quando surgiu? Idealizada por quem? Qual o objetivo? Em que plataformas (redes sociais, blog, tumblr...) atuam?


- A página surgiu a partir de uma revolta pessoal do criador da página em relação a ditadura gay, eu simplesmente criei a página apenas para postar no meu perfil pessoal com o tag da página, assim: @#Orgulho de ser Hetero, então eu criei a página e postei somente uma imagem e deixei a página abandonada, pois a minha única intenção no principio era só criar um hashtag. Depois de cerca de 1 mês eu percebi que meus amigos estavam compartilhando a imagem que eu postei que já tava com cerca de 9mil compartilhamentos e a página com 14mil curtidas. Atualmente a página se utiliza apenas do facebook e tumblr.

( A imagem era falando da felicidade do homem com foto de cerveja, churrasco e uma loira. E em baixo tinha escrito "Todos contra a Heterofobia")

2. Qual a necessidade de se afirmar hétero, tendo em vista que a condição é vista como convencional pela sociedade e, em tese, não sofre repressões ou sanções dela?

- Não há necessidade nenhuma de se afirmar, assim como não tem necessidade de fazer uma parada gay e sair dizendo pra todo mundo que é gay em plena via pública. Então como toda ação tem tem reação, o Orgulho Hétero vai ser a força oposta a esse tipo de comportamento, apenas pelo fato de existir o Orgulho Hetero já abala e enfraquece o Orgulho Gay.

3. A página é vista como machista, porque traz conteúdo de mulheres semi-nuas e linguagem que vai de encontro ao que as feministas julgam como correto. Qual a sua posição desses comentários?

- A página é sim machista, e sempre será! Não irei parar de postar conteúdo só por causa que alguém julga correto ou não, iremos bater de frente com feministas, gays, falsos moralistas e vamos não só bater de frente, mas como também passar por cima de todos eles!

4. A página também é considerada homofóbica, haja vista que se utiliza de uma expressão típica da "luta homossexual". Como você avalia quem assim a define?

- A página nunca foi homofóbica, o que acontece é que esse povo alienado pensa que a gente não pode criticar gays ou qualquer outro tipo de pessoa que seja considerado discriminado ou inferior na sociedade. Eu chegar e bater com uma barra de ferro um gay isso sim vai me fazer homofóbico, discriminar, humilhar ou ridicularizar uma pessoa em público isso sim vai me fazer uma pessoa homofóbica. Então não é por que os gays não gostam da página que significa que ela é homofóbica.

5. Alguns críticos dizem que a iniciativa de movimento advindo com a criação da página se deve ao medo heterossexual diante das conquistas homossexuais na sociedade. Você acha que a condição homossexual, de fato, ameaça a "supremacia" heterossexual?

Não temos medo nenhum e muito menos nos sentimos ameaçados perante os gays, mas sim indignados pelo exerço de privilégios que o Estado esta dando para eles.

6. Tramita no Senado o Projeto de Lei Constitucional que visa a criminalizar a homofobia (PLC 122). Qual o seu posicionamento em relação a essa lei? Julga ela, de fato, constitucional? É justa ou injusta? Há necessidade da criação dessa lei?

Essa lei é inconstitucional e injusta, não tem necessidade nenhuma de criar essa Lei, pois todo mundo é igual, seria a mesma coisa criar uma Lei para punir severamente quem agredir pessoas gordas, qual diferença faz agredir uma pessoa magra ou gorda? Pois é, qual é a diferença entre agredir um gay e um hétero? As pessoas são todas iguais, e criar esse tipo de lei só vai gerar esses tipos de "diferenças."

7. Quanto aos ataques homofóbicos, como no caso de São Paulo, em que um gay foi agredido, aparentemente, sem nenhuma necessidade com uma lâmpada, como você avalia que esses atos de violência devem ser punidos?

Devem ser punidos da mesma forma que se puniria uma pessoa que agrediu um hétero, o problema tá em quem agrediu, se ela agrediu um gay ou um hétero isso é apenas um detalhe. Não se deve colocar a culpa em quem foi agredido, e sim no agressor!

8. O País já deu alguns benefícios aos gays, como a possibilidade de união civil. O que você acha dessas conquistas?

- Eu não vejo problema nenhum em eles se casarem e viverem como um casal sem incomodar ninguém, agora quando parte do fato deles poderem adortar uma criança, isso sim é um assunto que se deve ser discutido, porque querendo ou não, a criança vai sim ser influenciada.

FIM.


Vamos aos comentários (embora, de fato, extremamente desnecessários, já que qualquer pessoa com o mínimo de inteligência conseguiria ignorar todo esse texto):

1. Todos contra a heterofobia! Isso: H-E-T-E-R-O-F-O-B-I-A! Vai... vamos continuar...

2. Orgulho heterossexual enfraquece o orgulho homossexual. Essa é uma frase tão incrivelmente inteligente que fica até difícil discutir. É como falar que depois que a mulher ganhou direito de voto, o voto do homem vale menos.

5. Privilégio aos gays... poder ter uma união estável é realmente um privilégio. Isso deveria ser somente permitido para a Gretchen e para o Fábio Jr.

6. Uma lei que criminaliza a discriminação é realmente inconstitucional, principalmente no Brasil, um país extremamente aberto às várias culturas. Só não dá para aceitar nada diferente de homem, branco, heterossexual, cristão, classe média.

7. Assim como algumas pessoas apanham nas ruas por serem/parecerem gays, heteros também apanham na rua por parecerem heteros. Gays, por favor não batam nos heteros com suas bolsas da Gucci e não amassem sua blusa Calvin Klein! Isso é heterofobia!

8. Crianças criadas por gays serão para sempre gays. Assim como todos nós criados por heterossexuais somos heterossexuais. Assim como alguém criado por alguém de olhos verdes adquire olhos verdes ou cachorro que convive com passarinho passa a voar.

No mais, acho bom mandar beijos lá para o denúncia da Polícia Federal, deixando lá o endereço dessa foto com esse texto esplendido, com certeza escrito por alguém com uma inteligência de QI, surpreendentemente, negativo.

(Infelizmente ignorância parece não ter) FIM.


UPDATE 20/09/12:  o link acima, o qual continha uma  "cartilha" sobre a página "#Orgulho de ser Hetero" foi retirada do ar. Contudo, vale tirar as próprias conclusões visitando a página e vendo este blog aqui.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Então, Z

Quem acompanha aqui sabe como eu sou fã da Ellen DeGeneres.

Achei esse vídeo aqui, que não é novo, mas é, digamos, "engraçado".

A gente que está maaaaaaaaaaais pra frente na vida (olá, vinte e uns!) já não se lembra tão bem como é a vida de um adolescente e muito menos de um pré-adolescente. E muito menos da nossa tão adolescência.

A minha foi toda em Nárnia, sem muitas surpresas, para a falar a verdade. Não sei se de fato é o que ocorre, mas hoje, a geração Z (sim, já tem isso!) está muito mais confortável em ser quem são. Não vou também tirar os meus "créditos" de ser um ingênuo menino adolescente dos anos 2000, mas, para o bem (nesse caso!!!), a geração Z tem sido mais confiante e seguido em frente...

O mais legal é que eu não me recordo de ver as coisas que vemos agora. Será uma nova percepção? Na minha época não era tão fácil identificar aqueles que são gays. Correndo o risco de parecer estereótipo ou coisa do tipo, eu acho que às vezes a gente consegue definir quem é gay pelo nosso "gaydar". Às vezes falha, claro, mas é uma coisa que talvez nasça com a gente e sai apitando por aí.

Enfim... quase me perdendo aqui pela minha mente que viaja até, o post é para apresentar o vídeo de 2010, no qual Graeme Taylor, de 14 anos, assumidamente gay deixa para um tapa na nossa cara a partir de 3:45:


Graeme: Demora um tempo até você se sentir confortável com você mesmo...
Ellen: Eu sei!
Graeme: Eu passei por um período muito difícil de aceitação e quando eu me aceitei eu percebi que coisa maravilhosa é isso.

Sem dúvida (para deixar claro: na minha opinião!), a coisa mais difícil em ser gay é se auto-assumir, se auto-aceitar. O que Graeme conseguiu fazer aos 13 anos, eu só consegui fazer aos 21. Quando se é capaz de se entender, de se aceitar o mundo parece que se abre de uma forma que nunca se pode imaginar antes. Saber/entender que não faz diferença alguma na construção da sua vida, da sua felicidade o fato de gostar de alguém do mesmo gênero acaba por trazer uma paz interna muito legal. Como aconteceu comigo, acordar de um dia por outro, depois de tanto martelar aquilo na cabeça, e pensar "vou ser feliz do jeito que sou" é muito bacana.

E a gente ainda passa por isso porque a sociedade ainda acha que é errado ser assim. Daqui a muitos anos, quando não tiver mais isso, vai ser algo natural.

Não era pra esse post, mas já que encaixa, entra aqui o novo clip da Preta Gil. Beeeeeeeeeeeem... a intenção foi boa mesmo. Obviamente não é melhor música do ano, mas a mensagem foi direta e real. O clip eu sinceramente não entendi muito bem. Suspeito que seja uma crítica. Embora eu ache que seria mais bacana um clip clichézinho contra o preconceito (tipo The Best Thing About Me Is You, do Ricky Martin), taí Pretinha para dar um tapa sonoro na cara da sociedade!


Tem que ser branco

Tem que ser alto 

Tem que ser magro

Tem que ter saldo no banco



Tem que ser sábio 

Tem que ser hétero
Tem que ter cabelo
E tem que ter carro do ano

Tem que ser bilíngue
Tem que ser beautiful
Tem que ser formado
E tem que ter cartão de crédito

Tem que ser malhado
Tem que ser católico
Tem que ser bem dotado
E nada de cabelo branco

Olho pela janela e não é o que vejo não
Seria muito mal se fosse essa a situação
Chega de preconceito e viva a união
De toda raça, toda cor, sexo e religião

Quer saber? Sou como sou
Não quero me encaixar em nenhum padrão
Pode crer, sou como sou
Não preciso ser galã de televisão
(Eu não, eu não)

domingo, 12 de agosto de 2012

Dia dos pais

Oi galera. Eu não escrever nada aqui hoje, pois eu gosto de escrever aqui quando eu estou feliz, embora sempre seja mais fácil escrever quando se está triste. Não se o por quê, mas tudo bem. Mesmo quando eu escrevo triste, eu gosto de escrever quando eu esteja sofrendo por algo.


Hoje é diferente, é sofrendo por um vazio. Um vazio de achar que a via às vezes nos dá poucas oportunidades. Ou quem sabe é papo de quem não sabe onde achá-las. Mas, enfim...o papo agora é outro.


Vi isso aqui na página dos D1v4s no Facebook e achei muito legal (pra quem sabe o que é o D1v4s sabe que a página não é das mais emotivas...):





 "Adele foi criada apenas pela mãe, e nunca teve nenhum relacionamento com seu pai, que lhe abandonou antes mesmo de nascer"

Hoje, de fato, é dia dos pais. Eu entendo e concordo com a posição da minha querida Maíra do Nossa Família Colorida, que acredita que essa data acaba excluindo outras formas de famílias tradicionais. Pais ou mães falecidos, desconhecidos ou simplesmente "não existentes" acabam por deixar o dia dos pais ou das mães um pouco desconfortáveis. 

O meu caso é parecido com o da Adele. Não que eu não tenha um pai ou ele tenha fugido, mas, quando a gente cresce, a gente vai percebendo e criando nossos próprios valores e o do meu progenitor não acaba por bater com as minhas. E eu não fico triste por mim: fico por ele, por perder e não ter nenhum amor meu. Para mim, ética e bom caráter são fundamentais para um ser humano, então eu não tenho outra coisa a desejar um grande feliz dia dos pais para minha mãe, que é uma pessoa extremamente fantástica e de quem eu basicamente sou quase uma cópia! A gente é muito parecido!

Mas enfim... vale também aqui deixar um parabéns para pais que eu realmente admiro. Mesmo que eu não conheça ou não saiba suas histórias, aposto que nada deve ter sido tão fácil. E eu, como um sonhador e muito "queredor" de ser pai também futuramente, desejo àqueles que o são (ou querem ser!) um feliz dia dos pais!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Check list

Check list do marido...

1. Príncipe mais-que-encantado:

Bonito

Simpático

Educado

Inteligente

Gentil

Bem humorado

Engraçado

Sincero

Fiel

Leal

Rico


2. Ideal:


Que goste de mim



Que goste da minha família



Que aprecie boa música como Britney, Rihanna e Beyoncé



Que coloque o lixo para fora



Que não deixe toalha molhada em cima da cama






3. Que será aceito:

Que tenha ensino fundamental completo


Que tenha pinto




 Oops... foto errada...

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Quem é o pai?

Bom dia, gente! Devo chegar no trabalho um pouco atrasado hoje por estar passando aqui, mas já vale a pena!

Acordei e vi na página do Casamento Igualitário que foi feito no último programa da Xuxa, no dia 04/08, uma reportagem sobre adoção e apareceu sobre adoção gay. Obviamente fui ver o vídeo.

Com muito prazer digo que chorei no pequeno trecho que começa aos 7:37. A família apresentada é um grande exemplo de amor, carinho e tapa na cara do sociedade, embora eu saiba que muitos idiotas não consigam compreender, de fato, a beleza disso. Tanto que um imbecil, lá no estúdio, durante o vídeo, pergunta "quem é o pai?" e a Xuxa ouve e logo depois do vídeo responde à altura. A reportagem e o vídeo estão aqui.

Com essa dose de felicidade eu começo minha segunda-feira e espero que todos que passarem aqui, independentemente de quando seja, também ganhem essa felicidade! Vou chegar atrasado no trabalho e vou falar que foi culpa do amor! Beijos, fui!

sábado, 4 de agosto de 2012

Um pedaço de mim

Hoje mais cedo eu estava ensaiando postar algo aqui. Bem, não seria um post muito animador, eu acho. Eu iria fazer a linha negativista (ou realista), sei lá!

Bem, essa depressão vinha de ontem, quando saí para a balada com um colega. Eu, desde que me auto-assumi em 2010, tô numa versão masculina de Britney sendo "I'm not a boy, not yet a man". Então, ontem, com as minhas intermináveis filosofias fiquem pensando nas superficialidades da vida.

Dessa vez não precisa nem separar os "mundos hétero e gay", pois em ambos tem isso. Mas, o ponto é que tudo hoje tá tão superficial quanto margarina! 

O resumo da ópera é (já que hoje eu estou econômico!) que, por conta disso, boa parte dos meus sonhos deveriam ir por água abaixo e talvez trocado por outros, porque é muito complicado contar com alguém para "produzir" felicidade, se "os mundos" não parecem serem capazes de trazer algo especial.

Mas aí (agora entra o momento que parece auto-ajuda!) eu fui ver o filme da Katy Perry. Eu, lindamente sozinho fui! (Eu sei que isso + o filme são as coisas mais gays do mundo, mas é o que tinha pra meu sábado à noite!). Enfim... não conseguindo não parecer auto-ajuda, dona Kátia fala no filme sobre os seus sonhos, os que deram muito certo, outros que fracassaram bastante (Russell Brand, você é um imbecil!). Enfim (de novo!)... às vezes eu esqueço que nem tudo na vida dá certo e também não dará um monte de coisa, mas terão outras que darão, então, não faz sentido desistir dos sonhos. Não faz sentido algum viver uma vida sem poder sonhar com momentos sempre felizes.

Já que esse post tá tão "seção auto-ajuda" da livraria não quero deixar de deixar (pfvr!) aqui um pedaço do mega famoso trecho do Pequeno Príncipe:


É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço.


terça-feira, 24 de julho de 2012

What Has Happened...

Vale a pena acessar... 



What Has Happened Since New York Legalized Gay Marriage













... porque felicidade é contagiante!!!

CinderFella

Hoje, almoçando com uma amiga, ela reclamou que eu tenho falado muito que minha vida está ruim. Portanto, ela reclamou que eu tenho estado reclamando demais ultimamente. Enfim...

Bem, é verdade. Entrei num ciclo de que nada tá bom: vida profissional, vida amorosa (SDDS, isso é existe? PFVR, não!) e vida de republicano... tá tuuuuudo ruim! Ou seja, tá difícil!

Maaaas... a questão não é vir aqui reclamar também! Ela me encheu de filosofias "O segredo" e é pra eu "chamar" coisa boa. Como um verdadeiro dramático, isso vai demorar ainda algumas semanas. Aguardemos ir embora...

Nessas reclamações todas, eu disse que o que eu preciso é casar! Hahaha... meio que sóóóó ganhei um banhaço de água fria, com um comentário do nível que "casamento não resolve problema; muito pelo contrário: só aumenta". Eu, lindamente, disse que era pra deixar eu ser a Cinderela feliz! Por favor, vou cortar a parte que ela falou que era pra eu perder meu sapatinho e eu literalmente joguei meu tênis pela rua afora! Às vezes, me dou medo!

Enfim... achei esse vídeo aqui... da CinderFella. Pra variar, em inglês, mas vamos sentir a 'emossão', neh?!



A gente é pobre, não tem amor, não tem dinheiro, mas tem músicas das divas e vinho! Até rola felicidade! 
; )

domingo, 22 de julho de 2012

Amy and me

O piá Artur me fez lembrar que amanhã faz um ano que a gente perdeu o que, para mim, era a voz mais incrível da atualidade.

E nada como ter uma música-tema para o sentimento de hoje...


Rola uma trilha mais feliz amanhã? ; )

quarta-feira, 4 de julho de 2012

165


165 homossexuais assassinados no primeiro semestre de 2012

"Já chega a 165 o número de gays assassinados no Brasil, no primeiro semestre de 2012, conforme levantamento feito pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), a mais antiga entidade de defesa dos homossexuais do País. O número é 28% maior do que o mesmo período do ano passado."

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E daí que foram 28% a mais de assassinatos. Foram 165 mortos! Números são frios, são ridículos.

Não foram 28% a mais de vidas que foram acabadas. Foram OUTRAS 165 vidas que se acabaram pelo ódio.

Foram 165 vidas que deixaram de existir e outras tantas que sofrerão para sempre por causa disso.

O que é para eu sentir? É para eu torcer que a porcentagem caia 15%? Ou devo me indignar e a partir do meu amor e do meu respeito mostrar para o mundo que o errado é quem odeia?

Mais uma vez, morro mais um pouco isso. Sofro porque poderia ser eu ou você que está lendo. E sempre manteremos aquele pensamento de que "não é comigo". Até quando?

Então que seja

Recebi o comentário do Arthur. Um comentário que, na verdade, eu esperava. Eu sei que não sou muito claro nas minhas falas, às vezes. Ou talvez, realmente, alguém discorde da minha opinião. Por favor, não estou achando isso errado. Isso, na verdade, é uma das diferenças do ser humano: poder questionar as coisas. Não vou entrar em detalhes sobre isso, porque também não saberia fazer isso. É tão mais psicológico, antropológico, sociológico do que meu pequeno conhecimento sobre o assunto pode apontar.

Quando eu questiono sobre as religiões, eu aponto o que elas fazem aflorar no que é pior no ser humano. Desculpe-me novamente, mas infelizmente, novamente infelizmente generalizando, as religiões estão mais preocupadas em se fortalecer e controlar a mente humana do que de fato ligar o indivíduos aos seus seres divinos.

Quando aponto meu descreio e minha impugnância em relação as religiões e aqueles que utilizam dela para alienar, eu não estou demonstrando ódio ou rancor, coisas que eu, muito especificamente eu, acredito realmente não ter. Mas esse sentimento que tenho é de pena, de lamentação, de dó. Ou talvez seja um sentimento que ainda não tenha nome. Ou talvez seja ódio e eu realmente não saiba. Mas é um ódio por ver coisas e não aceitá-las, porque embora moral e ética sejam socialmente construídas, eu não consigo entender como alguém pode odiar algo ou alguém por ser da forma que é.

Permito-me viajar: é como odiar o céu por ele ser azul; ou odiar a pedra por ela ser rígida; ou odiar o sol por ser quente demais. Entendo que não são comparações tão ideais, mas é assim que funciona. Como será que se sentiu um negro quando não podia ser livre simplesmente por conta da sua cor de pele? Ou como era para as mulheres não poderem votar por serem mulheres? E como será que é não poder andar de mãos dados com o seu namorado por você também ser homem? Como é ser julgado por um deus todo poderoso que te fez e te odeia pelo fato de você ser do jeito que ele fez?

Faz algum sentido?

Se é ódio que tem dentro de mim é um ódio pelas pessoas me disserem que eu sou diferente e que devo morrer por causa disso. Se é ódio, é por ser julgado como um filho do demônio e o todo poderoso bondoso me queimar e não me salvar por eu ser do jeito que sou. Deve ser ódio o que eu sinto quando eu vejo milhões de pessoas se matando por não serem aceitas e não se aceitarem do jeito que são. É rancor não ter o direito dentro do meu próprio país de todas as demais pessoas têm, mas eu não.

É rancor isso? É ódio? Ou é um sentimento de que não sou obrigado a aceitar quando mais de 60% dos brasileiros dizem que são contra o casamento homoafetivo. É um sentimento de não querer que as pessoas que vierem pela frente vejam os gays como a dois séculos atrás as pessoas viam os negros neste país.

Olha como nós somos miseráveis. Tenho que me recorrer a uma história no mínimo ridícula e absurda para apontar o que temos hoje. É ter que mostrar que não quero no futuro que as pessoas se julguem pela sua condição sexual assim como fizeram (e, infelizmente, ainda fazem) pela cor. É sério que isso é querer demais?

Eu não quero ódio ou rancor, nem quero admiração e o gostar das pessoas: eu quero respeito. Desculpe o termo, mas assim como eu respeito quem se aliena dando seu salário para a Igreja, eu espero que respeitem aquele que dá o cu para quem ele achar que deve. Isso são escolhas individuais, então portanto, não é dá minha conta gostar ou deixar de gostar de nada, mas é da minha conta quando eu sentir o ódio e saber que eu ou qualquer um podemos sofrer por conta da ignorância do outro.

Se for para chamar de ódio ou rancor o fato de não aceitar que as pessoas me qualifiquem como doente, pervertido, não merecedor da vida ou seja lá o que for, então que seja.